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Consequências da falta de um dente: você se acostumou, mas seu corpo não

Atualizado: há 13 horas

Perder um dente raramente acontece de um dia para o outro.

Muitas pessoas se acostumam a viver assim, sem perceber as consequências da falta de um dente para o corpo ao longo do tempo.


As consequências da falta de um dente no corpo

Quando um dente é perdido, o organismo imediatamente tenta compensar. Essa compensação pode parecer eficiente no começo, mas ela gera desequilíbrios progressivos.


Entre as principais alterações estão:

  • Desvio da mastigação para um único lado

  • Sobrecarga da articulação temporomandibular (ATM)

  • Alteração da postura cervical e da cabeça

  • Desgaste acelerado dos dentes remanescentes

  • Perda óssea na região onde o dente foi perdido

  • Movimentação dos dentes adjacentes

  • Mudanças sutis no formato do rosto ao longo dos anos


Você se acostuma. Seu sistema mastigatório entra em alerta constante.


Viver sem um dente afeta só a boca?

Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório.

Viver sem um dente não afeta apenas a estética, mas todo o sistema mastigatório, a articulação e até a postura corporal.

A questão é que dor não é o único marcador de problema. Muitos pacientes só percebem o impacto da ausência dental quando surgem:

  • Dores de cabeça frequentes

  • Estalos ou travamentos na mandíbula

  • Sensação de cansaço ao mastigar

  • Dificuldade digestiva

  • Fraturas ou mobilidade em dentes saudáveis

  • Incômodo estético que começa a afetar a autoconfiança

O corpo sempre sinaliza antes de colapsar. O problema é quando esses sinais são ignorados por muito tempo.


O que acontece no osso quando um dente falta?

Um dos efeitos menos conhecidos, e mais importantes, da perda dental é a reabsorção óssea.

O osso precisa de estímulo para se manter saudável. Quando o dente sai, o estímulo desaparece.

Resultado:

  • O osso na região que tinha o dente começa a diminuir em altura e espessura

  • O tratamento futuro se torna mais complexo

  • Procedimentos como implantes podem exigir enxertos ósseos

  • O tempo, o custo e a complexidade aumentam

Ou seja: o tempo não resolve. O tempo agrava.


Implante dentário não é luxo. É reabilitação funcional.

Existe uma ideia equivocada de que implante dentário é apenas estética. Na realidade, ele é uma reposição funcional.

O implante:

  • Devolve a função mastigatória adequada

  • Preserva o osso

  • Redistribui corretamente as forças da mordida

  • Protege dentes vizinhos

  • Ajuda a manter a harmonia facial

  • Melhora a qualidade de vida e a segurança ao sorrir

Não se trata apenas de “ter um dente”. Trata-se de devolver ao corpo aquilo que ele perdeu.

implante dentário

O corpo não esquece o que falta

Você pode se adaptar à ausência. Pode até esquecer que aquele dente existiu.

Mas o corpo registra cada compensação, cada sobrecarga e cada ajuste forçado.

Cuidar do seu sorriso não é vaidade. É respeito à fisiologia, à saúde e à sua própria história.

Se você perdeu um dente, recentemente ou há muitos anos, saiba: nunca é tarde para retomar o cuidado com sua saúde (veja aqui o passo a passo dos implantes dentários). Mas quanto antes, mais simples, previsível e conservador tende a ser o tratamento.



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